Aqui na frente da escola tem uma pracinha.
Enfim, tem um triângulo de grama com uma árvore no meio e uma pedra ao lado. Em geral quando chego aqui sempre tem alguém largado curando o porre embaixo dela. Normal, vocês diriam. Praças são o lugar ideal para isso, principalmente numa região agitada como essa.
O mais interessante, porém, é que essa praça, além de servir de cama para os junkies da área, serve de banheiro para uma velhinha bem conhecida por aqui.
Ela chega lá pelas três da tarde, sempre puxando um carrinho de feira cheio de sacolas. Plácida, arria as calças, vira de frente para a rua (o que significa virar de bunda para nós que estamos dentro da escola), segura a blusa e se alivia. Xixi? Infelizmente nem sempre. Terminado o serviço a velhinha saca da sacola pedaços bem dobrados de papel higiênico, faz sua higiene, guarda os papéis usados num outro saquinho plástico. Apruma-se, vai embora.
Melhor ainda é a reação dos transeuntes ao presenciar o ritual da velhinha. Claro, porque ela não espera ninguém passar, o banheiro é dela, para o azar dos mais recatados, surpresa dos não iniciados e risadas dos bem-humorados.
A informação que obtive é que ela tem uma casa grande aqui no centro e mora sozinha. Passa o dia circulando com seu carrinho e suas sacolas. Por que raios ela entende que a praça é o seu banheiro é a pergunta que não quer calar.
Enfim, tem um triângulo de grama com uma árvore no meio e uma pedra ao lado. Em geral quando chego aqui sempre tem alguém largado curando o porre embaixo dela. Normal, vocês diriam. Praças são o lugar ideal para isso, principalmente numa região agitada como essa.
O mais interessante, porém, é que essa praça, além de servir de cama para os junkies da área, serve de banheiro para uma velhinha bem conhecida por aqui.
Ela chega lá pelas três da tarde, sempre puxando um carrinho de feira cheio de sacolas. Plácida, arria as calças, vira de frente para a rua (o que significa virar de bunda para nós que estamos dentro da escola), segura a blusa e se alivia. Xixi? Infelizmente nem sempre. Terminado o serviço a velhinha saca da sacola pedaços bem dobrados de papel higiênico, faz sua higiene, guarda os papéis usados num outro saquinho plástico. Apruma-se, vai embora.
Melhor ainda é a reação dos transeuntes ao presenciar o ritual da velhinha. Claro, porque ela não espera ninguém passar, o banheiro é dela, para o azar dos mais recatados, surpresa dos não iniciados e risadas dos bem-humorados.
A informação que obtive é que ela tem uma casa grande aqui no centro e mora sozinha. Passa o dia circulando com seu carrinho e suas sacolas. Por que raios ela entende que a praça é o seu banheiro é a pergunta que não quer calar.

E o pior é que tem duas janelas bem grandes em frente à "praça-banheiro". Quando ela faz suas necessidades não tem como não perceber, mesmo quando se está tendo alula.
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